quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Mãos Entrelaçadas implanta o LER

A alegria das crianças predominou quando em contato com os livros.




Lauro Gotardi, do RC Santos Noroeste, grande incentivador do projeto
O RC Santos Noroeste levou sua Sala de leitura para funcionamento na Associação Beneficente Mãos Entrelaçadas, localizada na região Noroeste de Santos para que as crianças daquele bairro tenham acesso à leitura. Será um local lúdico para as crianças se divertirem e tomarem gosto pela leitura. Dia 20/9/2017 a Presidente da ONG, Maria Eliane R Gouveia chamou uma contadora de histórias, que veio vestida de Emilía para interagir com todos os presentes. 
O projeto, criado pelo Distrito 4420 em 2011 conta com um mediador para interagir com as crianças com idade entre 5 e 12 anos.
A Sala funcionará 2 vezes por semana e é aberta para toda a comunidade.
O casal Presidente do RC Santos Noroeste, André e Patrícia.

O Presidente do RC Santos Noroeste, André Cenedesi aproveitou a oportunidade para dizer que estava muito feliz em poder proporcionar esse projeto para a comunidade. Quando criança "viajei muito através dos livros" e concluiu desejando que todos aproveitem muito a nova Sala de Leitura.

Presidente da Assoc. Beneficente Mãos Entrelaçadas Maria Eliane R Gouveia
A presidente Maria Eliane Gouveia, da Mãos Entrelaçadas disse que "era um sonho poder implantar essa projeto" e que muitas crianças poderão aprender muito.




Fabiana, bibliotecária do SESI Santos, caracterizada de Emília.


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Conheça a mulher que está revolucionando a leitura no Brasil

A mineira Alessandra Roscoe, 47 anos, poderia continuar criando histórias infantis confortavelmente do sofá de casa, em Brasília. Preferiu, porém, encarnar o que ela chama de “espírito mambembe” para provocar o país de não leitores. Muitos brasileiros nunca saborearam um conto, romance ou uma poesia. 

À pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada em 2015 pelo Ibope, a pedido do Instituto Pró-Livro, 44% disseram não ter folheado um só livro nos três meses anteriores.

A última empreitada da escritora, no dia 14 do mês passado, ocorreu na Esplanada dos Ministérios. Acompanhada de 200 meninos e meninas de 4 a 12 anos, de escolas do Distrito Federal, Roscoe produziu uma revoada de pipas coloridas. Nelas subiram frases de enredos lidos, desenhados ou inventados pelas próprias crianças. “Foi para chamar a atenção das autoridades para a necessidade de formar bons leitores”, afirma a autora de 34 livros. A ação fez parte do Festival Itinerante de Leitura Uni Duni Ler Todas as Letras. Essa terceira edição começou em maio deste ano e só terminará em março de 2017.

O projeto atua em várias frentes. Uma delas partilha literatura com bebês. “Mesmo que não entendam totalmente o texto, fica a semente do prazer.” Outro, o Caixinha de Guardar o Tempo, estimula idosos a acessar suas memórias. Oficinas capacitam mediadores de leitura em hospitais, casas de repouso, salas de aula, parques e associações de moradores. Algumas apresentações são shows com encenações, acompanhadas por violão. Autores, editores, ilustradores e músicos integram a trupe, que sai por aí seduzindo um público novo.


sábado, 16 de julho de 2016

Jovens se unem e formam clube da leitura em escola estadual de São Paulo


Atividade acontece na E.E. Gabriel Ortiz e tem participação ativa do Grêmio Estudantil


Clássicos da literatura, histórias em quadrinhos dos mais variados tipos ou até mesmo revistas. A leitura de todos esses conteúdos já faz parte do cotidiano dos jovens que frequentam a Sala de Leitura da E.E. Gabriel Ortiz, em São Paulo. Coordenado pela professora Crélis da Silva Machado, o local tem frequência assídua dos alunos, até mesmo no contra turno, e conta com um Clube de Leitura, organizado pelo Grêmio Estudantil Re-Evolução.

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“O grêmio auxilia a leitura trazendo novos livros para a sala e ajudando a professora Crélis nos projetos que ela desenvolve”, revela Guilherme Gregório Russo, vice-presidente da chapa, que tem como princípio a palavra evolução, usada pelo grupo com a finalidade de mudar a escola para melhor. No caso desses gremistas, a meta é evoluir a escola por meio da leitura.

O Clube de Leitura também proporciona outros tipos de atividades. Além da leitura propriamente dita, a professora trabalha com outros gêneros de linguagem. Tudo, aliado aos títulos que se encontram na sala. “Aqui no clube eu ofereço a leitura dos clássicos. E esses clássicos ficam mais divertidos quando a gente faz a transposição para outros gêneros, como o cinematográfico, teatral, dança ou poesia”, revela a educadora.

Novas oportunidades de estudo

Disponível em mais de 3 mil escolas da rede, as Salas de Leitura são um espaço pedagógico de trabalho interdisciplinar que promove projetos de incentivo à cultura e apoio curricular. Os estudantes possuem acesso a um acervo de livros, jornais, revistas, folhetos, DVDs, CDs, orientações para pesquisa e desenvolvimento de projetos.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Projeto desperta gosto pela leitura em estudantes em MT

O projeto “É Hora de Leitura”, desenvolvido pela escola estadual Alexandre Quirino de Souza, em Porto Alegre do Norte, tem despertado nos alunos do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) o gosto por ler e a imersão no universo da literatura. O objetivo é encantar o espaço escolar, tornando a leitura uma prática prazerosa, indispensável ao desenvolvimento do pensamento crítico, autônomo e criativo das crianças. 

Iniciado em 2014, o projeto beneficia cerca de 250 estudantes e inclui várias atividades. As professoras pedagogas, caracterizadas de bonecas de pano, Eveliny de Lima Julião, idealizadora do projeto (boneca Amália), e Marlúcia de Oliveira Ferreira (boneca Amélia) protagonizam as ações e levam para as salas de aulas o “Carrinho de Leitura”, repleto de livros de literatura infantil. “Durante as visitas realizamos ainda brincadeiras, cantigas de roda, narrativas de histórias, danças, dramatização, dando dimensionamento da leitura com muita diversão”, explica a Marlúcia, que também é uma das coordenadoras pedagógicas da escola. 

Na oportunidade, as professoras dramatizam poesias. Em abril, elas escolheram o poema “A Caixa Mágica de Surpresa” de Elias José. “Pretendemos que, além de participar das leituras selecionadas, as crianças se sintam motivadas cada vez mais e tenham a iniciativa de buscar outras leituras”, afirma Eveliny, destacando que o projeto possibilita momentos lúdicos, a apreciação, o contato e a manipulação de obras literárias, por meio de uma prática pedagógica eficiente que contribua para a formação de leitores. 

A diretora da escola, Maria Rosalina Ferreira Paços, diz que a atividade traz emoções múltiplas. De acordo com ela, a escola busca conhecer e desenvolver na criança as competências da leitura e da escrita e como a literatura infantil pode influenciar de maneira positiva neste processo. “A intensão é inovar a cada ação do projeto, para que possamos desenvolver o interesse e o hábito pela leitura, que é um processo constante, que começa muito cedo em casa, e aperfeiçoa-se na escola e continua pela vida inteira”.

O projeto conta com apoio da gestão da escola que investe recursos, tanto nos utensílios pedagógicos, como também na aquisição de novas coleções de livros de literatura e de gibis, entre outros, ampliando o acervo de livros da Biblioteca da escola. 

Para contribuir com o processo de desenvolvimento do hábito de leitura é importante que as escolas utilizem alguns procedimentos pedagógicos, como o convívio contínuo com histórias, livros e leitores; valorização do momento da leitura; disponibilidade de um acervo variado; tempo para ler, sem interrupções; espaço físico agradável e estimulante; oportunidades para que expressem, registrem e compartilhem interpretações e emoções vividas nas experiências de leitura. 

Neste contexto, o secretário adjunto de Política Educacional da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer (Seduc), Gilberto Fraga de Melo, enumera pontos importantes como o acesso à orientação qualificada sobre porquê, o quê, como e quando ler. “Nessa perspectiva, vale ressaltar a relevância do contato permanente das crianças com os livros, para que elas possam conviver com suas histórias desde cedo”.

Ele lembra ainda que a preocupação com a leitura não deve se restringir somente aos professores de português, mas a todos, de todas as áreas. “Devemos nos voltar para a construção de futuros leitores competentes, trabalhando a interdisciplinaridade e estimulando o aluno a ser sujeito do seu próprio aprendizado”. 

10/05/2016 - 11:14 
Fonte: Redação Só Notícias

quarta-feira, 4 de maio de 2016

RCSP Santo Amaro disponibiliza novo lote de livros

O Projeto LER, de incentivo à leitura por meio da troca de livros, do Rotary Club de São Paulo – Santo Amaro, disponibilizou no sábado, 30, um novo lote de obras literárias. Dezenas de novos títulos foram colocados na estante, instalada, duas semanas atrás, no Mercado Municipal de Santo Amaro. 

Clientes e funcionários do mercado, já familiarizados com o projeto, animaram-se com a renovação do acervo. Enquanto alguns visitantes folheavam, liam e retiravam livros, outros informavam-se sobre como doar novas obras literárias, inspirados pelo projeto do RCSP Santo Amaro.

02/05/2016
RC São Paulo Santo Amaro

segunda-feira, 28 de março de 2016

Projeto que incentiva prática de leitura é desenvolvido em escola de Abaeté - MG

Anúncio dá boas-vindas a estudantes na escola
Chico Cirilo (Foto: PMA/Divulgação)
Alunos da Escola Municipal Chico Cirilo realizam atividade na sala de aula. Etapa seguinte é levar livros para casa, ler junto com pais e desenhar. 

 A Secretaria de Educação de Abaeté anunciou nesta semana um projeto pedagógico que tem o objetivo de desenvolver o conhecimento em crianças a partir da prática da leitura. A proposta é colocada em prática na Escola Municipal Chico Cirilo. 

A atividade acontece de segunda a quinta-feira e tem início na sala de aula. Um aluno é sorteado e leva para casa uma mala com alguns livros selecionados pela professora, que variam de quantidade e complexidade de acordo com a faixa etária. 

O estudante deverá ler os livros em casa, com a família. Depois, fazer um reconto dos livros em sala de aula. Em seguida, outro aluno é sorteado e o processo se repete. 

Em algumas ocasiões, é colocada uma folha impressa junto ao material, para que o aluno desenhe a parte que mais gostou da história. 

"Uma avaliação atenta será feita pelos professores durante todo o processo, pois dela dependem os próximos passos e ajustes que se fizer necessário", explicou a Secretaria de Educação, em nota. 

O projeto busca também estimular leitura para que ela seja algo prazeroso e não obrigatório. Aguçar o imaginário e ampliar o vocabulário das crianças com a ajuda dos pais e a receita para que a iniciativa funcione. 

Do G1 Centro-Oeste de Minas